Decoração de raiz

29/11/2012



Primeiro vieram as revistas. Depois, os programas de TV. Depois vieram os sites, os blogs de decoração e por fim os aplicativos do gênero. E, é claro, todos nos servem como fonte de inspiração e referência. Inspiração nunca é demais, eu sei... mas sabe do que eu mais sinto falta? Daquele tempo em que as pessoas decoravam com menos referência e mais instinto. Da época em que as casas brasileiras tinham a cara do nosso Brasil e eram decoradas por intuição, por costume e por capricho. As referências? Da própria família, dos amigos mais próximos, no máximo da vizinha lá da outra rua. O que era bonito aos olhos, enfeitava. O que era confortável, confortava. O que era gostoso, alimentava. Simples assim, sem medo de quebrar as regras. Aliás, que regras? Essas só vieram depois... junto com as inspirações. 

Hoje em dia temos tantas, mas tantas referências que, para muitas pessoas, decorar é eleger uma das infinitas ideias à disposição e copiá-la. A sensação é de missão cumprida, afinal, tiveram poder de escolha para eleger justamente aquela ideia para copiar no meio de tantas opções. 

Trocamos cumbuca, patuá e cobogó por "wishlist", "Design", "DIY" e o que era pra servir de inspiração se transformou em mandamento.  Quando mesmo que a nossa casa virou home

E como uma pessoa que passa a vida bisbilhotando casas e jeitos de morar inspiradores, digo de peito aberto e coração apertado: sinto saudade de ver mais casas brasileiras por aí. De espadas de São Jorge, de paninhos sobre a mesa, de cantinho de fé na sala. Sinto saudade de arte na parede que fale português e de cheiro de café sendo passado no meio da tarde. Saudade inclusive de quando a vizinha aparecia para tomá-lo com você. Enfim... saudade da nossa brasilidade impressa em cada canto da nossa casa, da decoração de raiz. 

Dia desses me peguei saudosa sobre esse assunto lá na nossa página no Facebook e lancei a pergunta: "O que toda casa brasileira tem que ter?". O resultado? Uma viagem no tempo coletiva, de muita lembrança e emoção. E, meses depois dessa brincadeira gostosa, eis que o marido me presenteia com essa série de fotos feitas durante um trabalho dele. Talvez elas não te emocionem tanto quanto me emocionaram mas, pra mim, foram uma tremenda de uma declaração de amor. Um verdadeiro presente que me fez voltar aos tempos da casa da minha bisavó no Méier (subúrbio do Rio). Do tempo de bate papo na calçada, de vó fazendo gostosura no fogão, de passarinho cantando na janela, de banho de mangueira e de muitos outros encantos que só quem cresceu numa típica casa brasileira pode entender.

 
E pra você? O que toda típica casa brasileira deve ter? Vamos continuar a brincadeira por aqui? Aproveito e te convido para viajar com a gente e passear pelas mais de 200 respostas inspiradoras compartilhadas pelos leitores (vem por aqui). 

Tô esperando a sua resposta, hein? :)

Por um futuro com mais inspiração nos acertos do passado. E viva a típica casa brasileira!

Fotos: Leandro Pagliaro - feitas em Paquetá, durante as gravações de Subúrbia, minissérie da Globo filmada por ele. Lê é marido, fotógrafo, cinegrafista e me enche de orgulho todo santo dia. 


Sorteio: ano novo, mesa nova!

27/11/2012



Quem acompanha o blog faz tempo já conhece a história da minha mesinha vermelha, que é meu verdadeiro xodó. Lembro que ela foi um dos primeiros toques coloridos aqui do cafofo e, desde então, nunca mais parei de colorir. E olha que essa casa já passou por muita mudança. Mas a mesinha permanece aqui, do mesmo jeito. 
Para minha surpresa, uma mesinha vermelha pra chamar de sua também parece ser o desejo de muita gente que lê o blog! É só passear pelos comentários dos posts para constatar que ela é uma espécie de preferência nacional rs. 

Mas eu não estou aqui pra deixar ninguém na vontade não! É que essa semana tem sorteio pra lá de especial! A iLove funciona como um grande shopping virtual, com diversas lojas de segmentos variados num só lugar. Pra você ter ideia, só de Casa e Decor são cerca de 2.000 produtos. Recebi um em-mail deles com o convite para conhecer o site da Gift Express - que é uma loja cheia de ideias fofas para presentes e decoração - e escolher 1 item para sortear por aqui. E, dentre todas as fofuras que encontrei por lá, escolhi essa lindeza pelos seguintes motivos:

1- Sei que tem um monte de gente que adoraria ter uma mesinha vermelha.
2- Tem pé palito. E, pra mim, se tem pé palito já saiu na frente com folga.
3- O meu maior desejo é que cada um tenha uma casa mais colorida.
4- Queria "fazer a diferença" com o presente. E com uma mesinha vermelha na sala para se olhar todo dia, aposto que consigo essa proeza. 

Se a ansiedade já tomou conta e você não vê a hora de colocar as mãos nessa belezura, veja como participar do sorteio:

* O post está rolando lá no Facebook. Para acessar, clique aqui.
* Para participar, basta curtir e compartilhar o post do sorteio. Curtiu? Compartilhou? Então você já está participando.
* O resultado do sorteio será divulgado no dia 01/12/2012, lá na página do Casa de Colorir no Facebook. Então aproveita e curta a página para ficar por dentro das próximas notícias!

E para você sentir só um gostinho do que pode ser seu em questão de dias, sim, eu também pedi ganhei uma mesinha \o/ \o/ \o/. A cor? Pedi surpresa! "Pode mandar qualquer cor, menos preta. Assim é mais divertido", disse. E então abri a caixa e me deparei com esse turquesa lindo toda vida! Já se enturmou com todo o resto do cafofo, mas desbancou o violão do Lê. Com a chegada da mesinha, o instrumento vai precisar de um outro canto. Por enquanto, vai ficar lá no quarto, dentro do armário. Quem sabe pensamos em algo para pendurar na parede? Marido aguarda uma solução rápida e urgente rs. 





FAQ ::: Casa de Colorir

21/11/2012





Para acessar o FAQ, clique abaixo:


Como fazer um mini terrário suspenso

20/11/2012


Antes de começar meu blablabla por aqui, quero muito agradecer a toda receptividade dos leitores do Casa de Colorir. Quero agradecer as boas vindas, todo o carinho e os comentários aconchegantes deixados aqui e lá no Dona das Coisinhas. (Sim, Eduardo (Casa de Cueca)! Me inspirei na sua educação mas, não consegui falar pouco.)

Como “Dona das Coisinhas”, devo confessar que sou completamente apaixonada por miudezas, quinquilharias e balangandãs. E o que mostrarei hoje pra vocês é uma miudeza que me encanta e que tenho certeza que encanta os olhos de quem vê.

Já faz um tempo que ando fascinada por terrários. Na prática, terrários são recipientes onde se reproduzem as condições necessárias para a sobrevivência de seres completa ou parcialmente terrestres. Na minha concepção, são potinhos cheios de magia e fofura.

Se você também pensa assim, já passou da hora de fazer o seu! E é tudo muito fácil!

Você vai precisar de:



- um pote de vidro (esse na foto é um menor que vem com cogumelos)
- Aproximadamente 80cm de arame
- Alicate
- um mini cacto (pode ser uma suculenta ou outra plantinha que você ache legal)
- um pouco de terra

Antes de tudo, você montará o seu vidrinho. Achei legal fazer suspenso pois, assim ele pode ser pendurado na sua varanda, na sua cozinha, na sua sala ou no seu quarto, como fiz ao constatar que faltava verde por aqui.


Passo a passo:

1>> Meça o arame na circunferência do pote e faça duas alças com o alicate. As alças devem ficar alinhadas, na lateral do pote.



2>> Coloque o pedaço de arame com as alças no pote, na parte superior. Torça bem e deixe bem apertado, empurrando as pontas para dentro para não machucar ninguém.


Passo 3: Corte dois pedaços de arame com 25cm de comprimento. Eles serão as alças.

  
Passo 4: Posicione os arames das alças dentro das voltinhas que você fez no passo 1 e torça a ponta dos arames da alça para dentro, formando um círculo.




Passo 5: Depois é só colocar a terra no potinho e ajeitar o seu cacto.



Está pronto seu terrário! E aí é só usá-lo da forma que quiser! É ou não é uma coisinha?




Para cuidar da planta no seu terrário (no caso de ele ser feito com um cacto), basta regá-la com uma pequena quantidade de água – cerca de uma colher de sopa – duas vezes na semana.
Se vocês quiserem conferir outros terrários que já fiz, basta dar uma olhadinha aqui e aqui.

Um beijo e até a próxima!


A Zilah é nossa colunista da seção Coisinhas de Colorir e autora do blog Dona das Coisinhas

Sorteio Disquadro!

19/11/2012





>> Esse sorteio aconteceu entre os dias 14 e 18/11 e a divulgação foi feita através desse post aqui. A maioria dos sorteios são realizados lá na nossa página no Facebook. Por isso, se você quiser ficar sempre por dentro dos sorteios e brincadeiras do Casa de Colorir, curta a nossa página clicando aqui!

Yes, we can! Desafio de Decoração Master Ninja Mega Pro



Era uma sexta-feira aparentemente calma, quando fiquei sabendo que uma amiga muito querida que mora fora estava com planos de abrir uma pousadinha charmosa no Cosme Velho. E como a gente ajuda os amigos como pode, me ofereci para ajudar na decoração, caso fosse necessário. 

E precisava? Bem... como vamos dizer... em 4 dias os primeiros hóspedes chegariam - uma banda toda-toda de Londres - e o espaço estava assim:

5 cômodos: 2 quartos, um hall, 1 banheiro e uma área de conviência. O prazo? 1 dia para planejar, 1 dia para comprar e 2 dias para executar. A verba? R$2 mil. Pra tudo. E como a pessoa que vos escreve realmente tem um parafuso a menos, em vez de ficar nervosa com o tamanho da trabalheira que vinha pela frente, eu só conseguia enxergar possibilidades, desafio e muito aprendizado. Pensei na hora: preciso de reforço! Passei a mão no telefone e liguei pra minha parceira Vivi Visentin (do lindo Decorviva, conhece, né?) que, além de também ter um parafuso a menos, não foge da raia quando o assunto é mandar ver.

Acho que vale à pena acrescentar, nessa altura do campeonato, que os únicos móveis existentes nos 5 cômodos eram:

- 3 beliches
- 1 armário de metal
- 1 tapete encardido

E só. :) Por isso, o jeito foi correr atrás de garimpos para conseguir rechear os ambientes. No sábado, separamos o dia para ir até a Ilha do Gorvenador, contar com a ajuda de uma amiga que nos cederia algumas caixas de feira que estavam sobrando no quintal (beeeijo, Roberta ♥! ). Mas como o nosso santo é forte, no caminho, demos de cara com uma caçamba da prefeitura REPLETA de tesouros: cadeiras, bancos, prateleiras, pés de armário etc etc etc. Trabalho em equipe: eu pulei pra dentro da caçamba junto com o Breno, sobrinho da Vivi, enquanto ela corria atrás de um frete pela praça para levar nossos achados pra casa. Dá pra acreditar na sorte que demos? Ô santo forte. Obrigada, meu pai. :)


E depois de passar o domingo planejando na ponta do lápis como gastar nossa verba (e nosso escasso tempo) da melhor forma, chegamos à conclusão de que a ajuda dos amigos seria fundamental. Foi aí que tivemos a ideia de chamar alguns voluntários para nos ajudarem nessa empreitada. Gente da boa e do bem, que doou seu tempo, seus conhecimentos e seu alto astral assim... a troco da nossa companhia, da experiência e do prazer em ver um trabalho pronto. Tem preço isso? Pois é.

E na segunda-feira bem cedinho, já estávamos todas nós na pousada, começando os trabalhos. A meta? Ter tudo pronto até o dia seguinte, às 21h, pois os hóspedes chegariam naquela mesma noite, horas mais tarde (trilha de prova do Gugu Liberato: "uma uma uma ê!, uma uma uma ê!").


Além das lindonas que vieram através dos 2 blogs (Beeeijo Ju, Iáfa, Erika, Vivian e Laura!!), contamos com o reforço de 3 artistas porretas que foram lá salvar uma parede e um armário de ferro do tédio. E lá venho eu com meu jargão tão batido quanto verdadeiro: Quem tem amigo tem tu-do!!


Quem sabe faz ao vivo e direto na parede! Ilustra feita com canetinha pela minha querida amiga Mariana Mansur.


Pintura "Universo", feita no armário de metal pelas queridas Bruna Buccini e Marina Papi.

E 2 dias depois de muito suor, correria, ansiedade, aprendizado e risadas, seja bem vindo à Casa Beludi. Saímos de lá às 22h. Os hóspedes? Chegaram 22h30. Aguenta, coração!

Chegue mais, fique à vontade! Passeie pelas fotos e vibre com a gente (sim, orgulho define):



Hall de entrada, com fotos de um catálogo que eu tinha guardado de recordação do Art Rio. As moldurinhas já estavam na casa e receberam algumas camadas de tinta em spray preta e verniz fosco. A prateleira também já estava na casa, guardada no quartinho da bagunça. Depois de pintar as faixas com tinta branca, foi direto pra parede.


O tecido quadriculado é o que sobrou de uma colcha aqui de casa. Parte dela foi usada num projeto do Decora e a outra parte foi usada na parede aí da pousada (desapego, a gente vê por aqui).


Para tentar contribuir, o Adi, um dos sócios da pousada, me chamou no canto e disse: tenho essa prancha velha! Ajuda alguma coisa? Ô, se ajuda, Adi. Com uma estrutura de madeira feita pelo Jorge, nosso marceneiro, e alguns retalhos da La Estampa por cima, ela vira um lindo banco!
 





Cadeira de balanço, mesinha de centro e a gaiola foram garimpos da caçamba e receberam algumas demãos de tinta para voltarem à vida. O bancão baixo lá atrás? É uma base de armário, que também foi garimpada. Aí foi só comprar a espuma, o tecido e costurar à mão mesmo esse estofado (beeeeijo, Vanessa ♥).



As telas de chevron eram mosquiteiros brancos (encardidos, vai), que estavam esquecidos na área de serviço. A Laura usou fita crepe e tinta preta para deixá-los com essa carinha irresistível!



Quase que uma marca registrada da Vivi, a janela de vidro recebeu fitas adesivas para uma iluminação mais colorida. Os azulejos também foram presente da nossa amiga Roberta. 


Detalhe da gaiolinha encontrada no lixão que recebeu tinta em spray amarela e um pisca-pisca para servir de luminária.



Esse cofre da esquerda, pesado (e charmoso) que só, já estava na varanda. Tudo o que foi preciso foi fazer uma almofadinha para que ele servisse de banco.



O tapete encardido foi cortado e recebeu essa barra lateral de lona crua para dar uma carinha nova pra ele.







Todas as cadeiras usadas foram garimpadas... como posso dizer... no lixo mesmo! Estavam na cor original, gastas e sem o assento. Tudo o que precisamos fazer foi pintá-las e refazer o assento com cortes de MDF, tecido e grampo de estofador.


Frida Kahlo, posando de modelo na cadeirinha restaurada. Posso com isso?



Detalhe de um dos quartos: fitas coloridas na janela, uma lâmpada + mão francesa que virou luminária moderninha e cantinho de recados feito com sobras de cortiça.



Bancada e cadeiras garimpadas receberam 2 demãos de tinta esmalte. A passadeira? Alguns tapetinhos de banheiro de R$1,99 do Saara, costurados uns nos outros. A parede da janela ganhou uma pintura com a cor "café com leite", só para dar uma aquecida no ambiente.



Uma placa de fórmica preta doada pela nossa amiga Roberta foi usada como espaço para escrever com giz! A Roberta salvou ou não salvou a lavoura? 



Esses móveis estavam no lixo. Alguém havia desistido deles, mas a gente não! :)



Detalhe do outro quarto, com móveis também garimpados e ilustração da Mari Mansur. 



O bufê foi pintado por dentro com tinta epóxi verde água e, por fora, revestido com contact preto fosco!




O banheiro recebeu colagens com contact na parede (arrasou, Juliana!), inspirado no Coletivo Muda, que tanto amamos, conhece? O chão de pastilhas, que estava bem velhinho, foi revestido com um carpete de borracha listrado que compramos no Leroy Merlin. Por ser de borracha, é só lavar que tá novo.

E as duas malucas, exaustas e felizes, depois do trabalho pronto. :)



Todos, sem exceção, foram fundamentais para que esse projeto conseguisse ser concluído em tempo recorde. Foi um prazer sem tamanho poder conviver com pessoas tão queridas, talentosas e generosas nesses 2 dias. Orgulho, felicidade, emoção, gratidão sem fim. Eu só tive a idéia maluca de mergulhar nesse projeto e a coragem pra estufar o peito e afirmar: a gente consegue! O resto, foram essa pessoinhas amadas aqui as responsáveis por esse desafio que vai ficar marcado na minha memória e coração! Amo vocês, pessoal, sério. Vou parar por aqui porque a pessoa é manteiga derretida que só... aí já viu, né?

Com vocês, o time mais FODA (desculpem, não tinha outra palavra) desse planeta:



1 - Iáfa Cac  2 - Juliana Amado  3 - Erika Kohler  4 - Laura Sugimoto  
5 - Vivian Moutinho  6 - Mariana Mansur  7 - Marina Papi   8 - Bruna Buccini  
13 - Leandro Pagliaro 14 - Frida Kahlo 

Projetos de sábado à noite (Ou o primeiro garimpo da Frida)

18/11/2012



Há aproximadamente 1 mês, desde que a Frida entrou na nossa vida, a rotina aqui de casa não tem sido mais a mesma. Antes, os finais de semana  costumavam começar mais tarde, vagarosos e sem pressa. Agora, às 8 da manhã, somos acordados por essa carinha aí do lado, animada e ansiosa pra explorar o dia lá fora. Desde então, os dias tem sido de parques, calçadões, bosques e toda e qualquer "graminha" convidativa que aparecer pelo caminho. 

Todo dia tem uma manhã linda lá fora nos esperando e foi necessário uma bolinha de pelos para despertar novamente esse prazer na gente. As noites? Caseiras que só: filminho, comidinhas, vinho e, no máximo, um pulinho no mercado para algo mais caprichado. De carro? Nada disso. Agora andamos muito mais a pé (sim, em plena Barra da Tijuca). Frida vai junto pra tudo quanto é lado, alerta e empolgada com toda nova descoberta impressionante: o saco plástico, o bueiro, as motocicletas... quanta curiosidade!

E vira-lata que só ela, essa minha filha não podia me encher mais de orgulho. Pode me internar se eu estiver louca, mas ontem a Frida fez o seu primeiro garimpo. Te explico: estávamos parados na beira da Av. das Américas esperando o sinal fechar, quando Frida começa a latir para a montanha "assustadora" de lixo dentro de uma caçamba. Dentro dela havia essa placa de obras, daquelas usadas na calçada quando parte dela está interditada. Eu, Lê e Frida não pensamos duas vezes: direto pra casa. Ou seja: não teríamos prestado atenção na tal da placa se ela não tivesse latido tanto pra caçamba.
Água + sabão + flor + coração. Esses foram os materiais necessários. Agora, virou placa de sinalização aqui na parede, para nos lembrarmos sempre de que, não importa a direção, esse é o caminho. :)

Sorteio: Quadros pra ouvir. Ou discos pra pendurar?

14/11/2012

Já tem um tempinho que, a pedido de um leitor, dividi por aqui algumas ideias para utilizar discos de vinil velhos na decoração (reveja, aqui, ó). Lembro ainda que fiz questão de ressaltar que tais ideias eram para serem usadas somente em discos velhos, arranhados, sem serventia. Porque, hoje em dia, disco de vinil é relíquia, é obra prima, é filho de mãe solteira e merece ser tratado com respeito e dignidade, nem que seja encaixotado lá em cima do armário, no caso de falta de espaço para deixá-los à mão. 

Mas agora, meses depois, volto a falar sobre o assunto para dar uma solução para aqueles que têm muito apego aos seus discos e que adorariam uma ideia para integrá-los a decoração da casa, sem destruí-los, claro!

Que tal, meu caro e minha cara, transformá-los em quadros?


Imagina só pendurar os seus discos favoritos na parede e tê-los sempre à mão pra ouvir quando bem entender e ainda deixar a decoração da sua casa bem com a sua cara. Pois é, a Carla Andraus, criadora da Disquadro, não só ouviu as nossas preces como também nos atendeu! Ela teve a ideia de produzir essas moldurinhas feitas especialmente para comportar um disco de vinil na parede. Assim que conheci seu trabalho, tratei de colocar a minha simpática cara de pau pra jogo e pedi não só 1, como três moldurinhas brancas para sortear por aqui (dancinha da comemoração).




Quer ganhar as 3 molduras? Então fica combinado assim: para consolidar as respostas em um só lugar, vamos fazer o sorteio lá na nossa página no Facebook. Respostas enviadas por aqui, via comentários do blog, não serão consideradas, belê? 



>> O sorteio acontecerá ao vivo, no dia 19/11, às 17h. 
>> Serão consideradas as respostas enviadas até 18/11, 23:59
>> Envie somente 1 resposta, fazfavô.
>> No caso de não haver comentário na exata data/hora sorteada, será considerado o comentário imediatamente anterior.

Ideias para fazer a sua própria mesinha

11/11/2012

Esse post é dedicado a todas as pessoas que já se animaram e fizeram um projetinho em casa, seja ele qual for!

Ah... o orgulho do "eu que fiz!"... Quem já experimentou tal sensação sabe do que estou falando. Vale desde aquela moldurinha pintada à mão até aquele caixote de feira que virou um simpático criado-mudo no canto da sala. Agora que você já experimentou o gostinho de colocar a mão na massa e descobriu que é capaz de realizar os seus próprios desejos decorativos, que tal dar um passo adiante e ousar ainda mais nas criações? Em vez de reaproveitar caixotes ou reformar aquele molvezinho sem graça, que tal construir um? Isso mesmo, começar do zero. Você não precisa de dotes de marcenaria, tampouco ferramentas elaboradas. Uma simples visita a uma loja de materiais de construção ou bricolagem dá conta do recado. 

Tô sentindo cheiro de mesinha nova em casa pro fim do ano. Já tô vendo também as visitas chegando e comentando: "que mesinha diferente, onde você comprou?". Aí, já consigo até ver você sorrindo e dando a tal da respostinha mágica, que nos enche de orgulho e que faz o nosso dia parecer ganho:

- Eu que fiz! :)


O passo a passo? Tem aqui: Lowes Creative Ideas.


Ideia e passo a passo: The Flourishing Abode



Ideia e passo a passo: Design Sponge



Ideia e passo a passo: Lowes Creative Ideas